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Escola de Governo do Maranhão dá início ao Programa de Formação em Práticas Integrativas Complementares em Saúde em parceria com o Hospital Estadual Nina Rodrigues

A Escola de Governo do Maranhão (EGMA), por meio da parceria com o Núcleo de Atendimento em Práticas Integrativas Complementares em Saúde (PICS), realizou no Hospital Estadual Nina Rodrigues, o ponta inicial do Programa de Formação em Práticas Complementares, com a realização da primeira capacitação do Programa, que contou com a participação de 64 servidores. O primeiro módulo, intitulado Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PIC’s), teve início nesta quarta-feira (16), com a apresentação da Política Nacional e das capacitações que serão ofertadas aos servidores durante a vigência do programa que ocorrerá até meados de agosto de 2018.

Nesta quinta-feira (17), a capacitação foi encerrada ao explanar as características das (PIC’s), que são sistemas e recursos terapêuticos que buscam estimular os mecanismos naturais de prevenção de doenças e da recuperação da saúde por meio de tecnologias eficazes e seguras, com ênfase na escuta acolhedora, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade.

 

Para a diretora da EGMA, Ceiça Nascimento, as capacitações ofertadas aos enfermeiros, psicólogos, dentistas, terapeutas ocupacionais e educadores físicos são de suma importância, pois garantem a humanização imprescindível desse tipo de atendimento aos pacientes. “Ficamos felizes em fazer parte desse momento de promoção da saúde, com esta visão holística. Práticas como essas nos motivam a trabalhar cada vez mais para a capacitação dos servidores visando a humanização do atendimento ofertado”, afirmou.

O diretor geral do Hospital Nina Rodrigues, Ruy Cruz, afirma que “A Secretaria de Saúde já reconhece estas práticas como de grande importância para a população. Inseriu, por exemplo, dentro da Força Estadual de Saúde (Fesma) que atua dentro dos municípios com menor IDH, o uso da fitoterapia. O Hospital Nina Rodrigues também vai implantar o horto do Programa Farmácia Viva, para capacitar famílias e para usar dentro das práticas assistenciais do hospital. Também entendemos que a saúde não é ausência de doenças, mas sim o bem-estar biopsicossocial e espiritual, a participação dessas novas práticas favorece que abandonemos as práticas da medicação para ofertar possibilidades de autoconhecimento. É uma visão mais holística do ser humano”

Para Socorro Serra, terapeuta ocupacional da Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) Solar do Outono, há 14 anos, a capacitação se mostrou benéfica, pois o curso é uma nova alternativa para o tratamento dos pacientes “Na instituição trabalhamos com pacientes idosos e as práticas integrativas irão nos ajudar a garantir um melhor atendimento a eles, pois eles necessitam de uma atenção diferenciada e através da absorção dessas novas práticas terapêuticas será possível implementar uma forma ainda mais humanizada de atendimento”, comemorou.

Silas Santo, Professor de Educação Física na Academia de Saúde de São José de Ribamar, relata que está satisfeito com o que aprendeu durante a capacitação oferecida pela EGMA. “O Programa de Formação é muito gratificante, nesse meu primeiro contato pude aprender diversas práticas interessantes, que me despertarão a fazer os próximos cursos, afim de implementar o conhecimento adquirido em sala de aula, que é o mais importante”, garantiu.

Maurícia Adriana Medeiros, terapeuta ocupacional do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), do Turu, o curso é interessante, uma vez que garante novas oportunidades de tratamento aos pacientes, além de garantir aos profissionais da Saúde a ampliação de conhecimentos. Compartilha da opinião, Lana Gabriela Façanha, enfermeira neonatologista na unidade do Hospital Materno Infantil. “Fiquei realmente encantada pela capacitação, pois nos mostrou uma nova perspectiva de tratamento, onde a nossa visão hospitalocêntrica foi substituída pela sensibilidade e humanização através das práticas complementares, que cuidam não só das doenças, mas também das enfermidades da alma, ansiedade, síndromes, dentre outras”, afirmou.

Núcleo/Capacitações

O Núcleo ofertará como capacitação inicial, Introdutório sobre Práticas Integrativas e Complementares (PICS), destinada a todos os participantes, Capacitação sobre o uso de Plantas Medicinais, Reike I e II, Meditação, Do In e Shantala. Alcançando uma carga horária de 160 horas ao todo. As próximas capacitações irão ocorrer na sede da Escola de Governo do Maranhão (Egma), e as práticas nas unidades de saúde que mais detenham das demandas de cada oficina. O cronograma será divulgado posteriormente no endereço eletrônico www.egma.ma.gov.br.

SAIBA MAIS

A origem das práticas integrativas nos sistemas públicos de saúde vem de longa data. No final dos anos 1970, com a Primeira Conferência Internacional de Assistência Primária em Saúde (Alma Ata, Rússia, 1978), as primeiras recomendações para a implantação das medicinas tradicionais e práticas complementares difundiram-se em todo o mundo. No Brasil esse movimento ganhou força a partir da Oitava Conferência Nacional de Saúde (1986), e desde então somente se expandiu.

Hoje, pelo menos uma das distintas modalidades que integram o rol dessas práticas, como as medicina tradicional chinesa, a homeopatia, além de recursos terapêuticos como a fitoterapia, as práticas corporais e meditativas em várias regiões do Brasil.

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